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09 agosto 2016
03 agosto 2016
Portugal é o quinto país mais pacífico do mundo
Portugal foi considerado o quinto país mais pacífico do mundo e o mais pacífico entre aqueles que têm o português como língua oficial. Na edição anterior, aparecia em 14.º lugar no 'ranking' e, atualmente, ocupa o 5.º, logo a seguir à Nova Zelândia, Áustria, Dinamarca e Islândia, registando o maior progresso na Europa.
O Índice Global de Paz de 2016 inclui 163 Estados, cobrindo 99,7% da população mundial. Os mais de 20 indicadores (qualitativos e quantitativos) utilizados para elaborar a lista incluem segurança pública, violência policial, taxa de homicídios, justiça social, terrorismo, participação em conflitos, grau de militarização e gastos com armas.
Fonte: 08 Jun 2016 Económico
02 agosto 2016
National Geographic elege Açores como o local mais belo do mundo
A edição holandesa da revista National Geographic Traveler colocou os Açores em primeiro lugar numa seleção dos 20 mais belos locais do mundo para visitar em 2016.
“Desde 2012, o arquipélago destaca-se principalmente na área do turismo sustentável, permitindo que os visitantes e a natureza estejam em completa harmonia”, escreve Sabine de Witte.
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| Fonte: Fernando Resendes |
“Desde 2012, o arquipélago destaca-se principalmente na área do turismo sustentável, permitindo que os visitantes e a natureza estejam em completa harmonia”, escreve Sabine de Witte.
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| Fonte: Patrícia Botelho |
Etiquetas:
Açores,
Europa,
Portugal,
Sustentabilidade,
Turismo
18 julho 2016
Um quarto da riqueza de Portugal está nas mãos de 1% da população
Afinal, o peso da fortuna dos mais ricos ainda é maior do que se julgava, conclui um estudo publicado esta semana no site do Banco Central Europeu. No caso português, um quarto da riqueza está nas mãos de 1% da população.
Philip Vermeulen, um economista da autoridade monetária europeia, decidiu verificar se os dados da distribuição da riqueza publicados nos Estados Unidos e em diversos países da zona euro com base na realização de inquéritos às famílias nos davam uma imagem próxima da realidade. Em particular, o autor quis tentar perceber se os resultados apresentados eram afectados pelo fenómeno, já verificado em outras ocasiões, de não resposta ou resposta subavaliada por parte dos inquiridos com maiores rendimentos. E concluiu que sim.
Na resposta a inquéritos sobre a fortuna e os activos acumulados, as famílias pertencentes aos escalões mais elevados de rendimento, tendem a omitir de forma mais significativa os dados reais. E, por isso, a conclusão é simples: o peso da fortuna dos 1% e dos 5% da população mais ricos é afinal mais elevada do que se supunha.
Nos países da zona euro, embora a concentração da riqueza seja menor, a verdade é que a subavaliação registada nos inquéritos ainda é maior. Na Alemanha, os dados do inquérito apontam para uma concentração de 24% da riqueza global nas mãos dos 1% mais ricos, mas o estudo de Vermeulen sugere que esse valor pode chegar aos 33%. Outros países com diferenças substanciais entre os dados dos inquéritos e a análise do estudo são a Itália, que passa de 14% para 21% e a Holanda, que sobe de 9% para 17%.
Em Portugal, para o qual o Instituto Nacional de Estatística não publica o peso dos rendimentos e da riqueza dos 1% mais ricos, é interessante verificar que o inquérito realizado pelo BCE calcula que esta parte da população detém 21% da riqueza total. O estudo agora publicado que o número mais próximo da realidade poderá estar situado entre 25% e 26%. No que diz respeito aos 5% mais ricos – que nos EUA detém perto de 60% da riqueza – Portugal regista nos inquéritos 41%, que sobe na análise de Philip Vermeulen para um valor entre 44% e 45%.
Entre os nove países da zona euro analisados, Portugal é o terceiro país com uma maior concentração da riqueza, apenas atrás das Áustria e da Alemanha.
Fonte: Sérgio Aníbal in Público online (17/07/2014)
13 julho 2016
Nascer em Portugal
30 junho 2016
Desigualdade de Género - Portugal
“Enquanto as assimetrias ao nível do trabalho pago são cada vez menores, no trabalho não pago subsistem, mesmo entre os casais mais jovens, onde continuam a ser as mulheres a orquestrar a vida doméstica, enquanto eles ficam num papel de retaguarda”, aponta Heloísa Perista, coordenadora do estudo Os Usos do Tempo de Homens e de Mulheres em Portugal, desenvolvido, desde Outubro de 2014, pelo Centro de Estudos para a Intervenção Social, em parceria com a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego.
Feita a soma, e quando marido e mulher exercem uma actividade profissional fora de casa, as tarefas domésticas e com os filhos exigem em média às mulheres quatro horas e 17 minutos por dia, enquanto para os homens implicam apenas 2h37m. No grupo etário mais jovem (15-24 anos), a assimetria diminui ligeiramente, mas subsiste, com as jovens a registar mais 1h21m por dia do que os homens nas tarefas de casa e com os filhos.
De entre as tarefas domésticas rotineiras, 74,3% das mulheres declararam dedicar uma hora ou mais por dia a preparar refeições (contra 22,8% dos homens), 35,9% a limpar a casa (homens, 7,4%) e 10,5% a cuidar da roupa (1,4%). Antes como agora, eles dedicam-se mais a fazer compras, pagar contas, seguros e renda da casa e às reparações domésticas.
“Abdicar e ajudar são palavras-chave”, interpreta Heloísa Perista, numa primeira análise ao estudo que resultou de cerca de dez mil inquéritos e cujas conclusões serão ainda alvo de uma análise mais fina, lá para finais de Setembro. “As mulheres abdicam muito mais do que os homens do tempo para si próprias e, portanto, deixam de fazer coisas que também lhes dariam gratificação, seja sentar-se no sofá a ler um livro ou fazer jardinagem, e projectam-nas para um futuro longínquo”, prossegue.
Curiosamente, e apesar das assimetrias constatadas, o estudo mostra que cerca de sete em cada dez mulheres consideram que a parte que lhes cabe das tarefas domésticas corresponde ao que é justo. “Há uma naturalização, tanto de homens como de mulheres, relativamente ao que continua a ser socialmente esperado de si, no contexto das famílias. E daí este grau menos apurado de percepção das injustiças que rodeiam esta realidade”, aponta a coordenadora do estudo.
Fonte: NATÁLIA FARIA ,público
24 junho 2016
Primeira fábrica alimentada a 100% com energias renováveis é portuguesa
«A Wood One, de Paredes, é a primeira fábrica do mundo a ser 100% electrificada por energias renováveis, de acordo com o Diário de Notícias. Os 1485 painéis solares são capazes de produzir, cada um, 400 kilowatts por hora, tornando a fábrica autos-sustentável a energia solar.
Sediada em Lordelo, esta empresa de mobiliário de escritório, geriátrico, hospitalar, escolar e de hotelaria estava prestes a falir há oito anos, mas prepara-se agora para crescer exponencialmente com as novas instalações e novos mercados.
“Em 2008, a empresa faturava €500.000, tinha 21 funcionários e estava prestes a encerrar. Decidi comprá-la, mantive os funcionários e investi em novas instalações e máquinas que nos permitiram fazer o que a concorrência não fazia”, recordou ao Diário de Notícias Manuel Luís Martins, CEO da Wood One.
O investimento de quase €2 milhões foi comparticipado pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e permitiu “aumentar a faturação 300%”. Mal abriram as candidaturas do Portugal 2020, a Wood One já tinha a candidatura preparada e foi das primeiras a serem aprovadas: assim, €6,3 milhões de euros foram investidos na construção das novas instalações de 11.000 metros quadrados e nos painéis solares, na compra de máquinas de última geração e na contratação de mais três dezenas de funcionários.
“Só em energia elétrica temos uma conta mensal de €7.000. A poupança com energia solar é mais do que relevante”, aponta o CEO, explicando que também as aparas de madeira recolhidas nas máquinas de corte de madeira são aproveitadas para aquecer as estufas de pintura e a própria fábrica no inverno.
“A única coisa que me tem aborrecido é que o contrato [Portugal 2020] não me permite doar a energia que sobra durante o fim-de-semana quando não estamos a trabalhar. Tenho desgosto em pensar no desperdício, por isso estou a pensar criar postos de carregamento de veículos elétricos dentro da empresa para, ao fim de semana, as frotas das autarquias poderem vir aproveitar gratuitamente o que produzirmos. Caso contrário, temos de desligar os painéis para não haver sobrecarga”, confidencia o empresário.
Neste ano, a Wood One deverá facturar perto de €6 milhões só no mercado interno. E estão em vista dois potenciais contratos nos Emirados Árabes Unidos (EAU) – um de €8,5 milhões para mobilar 325 apartamentos e outro de €25 milhões para equipar um hotel de 40 pisos ».
Fonte: Green Savers
23 junho 2016
Petróleo no Algarve?!
Terminou ontem (22 de junho) a consulta pública sobre esta temática. Esperemos que o projeto não passe disso mesmo.
08 junho 2016
Demasiado tarde para salvar um vale
A Plataforma Salvar o Tua, fundada em 2013 por um conjunto de organizações locais e ambientalistas, está numa corrida contra o tempo para tentar impedir o enchimento da albufeira. Pode ler-se na sua missiva, "Peço à UNESCO que cumpra a sua missão: proteger da destruição locais como o Alto Douro Vinhateiro e assegurar que as futuras gerações possam deles desfrutar. E peço à UNESCO para agir: fazendo uma visita à área, reunindo com todos os afetados pela construção da barragem e colocando o Alto Douro Vinhateiro na Lista do Património Mundial em perigo”
Se não conhece o vale é altura de o visitar. Estes são os seus últimos dias.
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| Barragem do Tua (Fonte: Económico) |
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| Localização (Fonte EDP) |
06 junho 2016
O sol da Amareleja
A central fotovoltaica de Amareleja, em Moura, já tem oito anos. Esta que é considerada a maior central da Europa, produz cerca de 93 Gigawatts hora por ano, o suficiente para abastecer 30 mil habitações.
Está construída num terreno de 250 hectares, possui 2.520 seguidores solares azimutais, equipados com 104 painéis solares cada um. Estes seguidores são dispositivos mecânicos que orientam os painéis solares perpendiculares ao sol, desde a alvorada, a leste, até ao poente, a oeste.
Em termos financeiros, ainda faltam entre três a sete anos para o retorno dos 260 milhões de euros investidos na central fotovoltaica.
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| Planta da Central Solar Fotovoltaica da Amareleja |
02 junho 2016
Cultivo de milho transgénico em Portugal
Cultivado em Portugal desde 2005, atualmente estão apenas disponíveis, por concelho, os anos de 2013 e 2014.
No entanto na Plataforma Transgénicos Fora, é possível saber mais informações sobre o cultivo de milho transgénico em Portugal, por produtor/concelho.
Muito mais difícil é saber quais os produtos à venda em Portugal com matéria prima transgénica. Se quiser saber mais sobre estes produtos veja aqui.
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| Fonte: Plataforma transgénicos fora |
No entanto na Plataforma Transgénicos Fora, é possível saber mais informações sobre o cultivo de milho transgénico em Portugal, por produtor/concelho.
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| Espaços livres de transgénicos. |
18 maio 2016
107 de energia limpa
Durante quatro dias consecutivos - entre as 6:45 de 7 de maio até às 17:45 de 11 de maio, Portugal foi totalmente abastecido por energia proveniente do sol, do vento e da água.- o consumo de eletricidade em Portugal foi totalmente assegurado por fontes de energias renováveis. Um marco de emissões zero que é notícia na imprensa europeia.
Fonte: Sic Notícias
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